PAULA KNUDSEN É ROTEIRISTA. 

JÁ FOI JORNALISTA.

PENSA EM UM DIA VIRAR VENTRILOQUISTA.

mora em são paulo.

Pitching, crises e crises de pitching

Pitching, crises e crises de pitching

Se roteirista tivesse nascido pra fazer pitching tinha asas, já dizia minha tia-avó de terceiro grau. O problema é que enquanto as calotas polares não terminam de derreter, para qualquer roteirista pitching é mais importante do que navegar. Vale reforçar que estar vivo é uma pré-condição para o pitching rolar.

Meu primeiro pitching fez aniversário de dez anos. Foi no encerramento do Fórum Telas. Tinha um palco. Gente de tudo quanto é produtora. Canais internacionais fazendo perguntas cabeludas. E uma sala com mais de duzentas pessoas. É claro que não ganhei.

Porém, não desmaiei e nem vomitei no palco. Acho que saí no lucro.

Depois disso fiz curso de pitching no mestrado de roteiro, curso de atuação, improvisação de comédia, tudo para ver se meu pânico de falar em público passava. Não passou, mas eu aprendi a colocar o pânico no bolso e enfiar uma meia na boca dele. Sequestrei o maldito, só não sou do tipo que corta orelha.

Desde então foram dezenas de pitchings para canais, produtores, distribuidores. Rolou até pitching via Skype direto da Patagônia um dia antes de ir subir uma montanha. A executiva ficou uma hora e meia em um call que tinha sido marcado para ter uma hora. Acho que me virei bem.

Por essas andanças da vida acabei convidada a dar uma palestra sobre técnicas de pitching no Festival de Cinema de Gramado esse sábado.

Voltei com chocolates e um PDF da palestra para compartilhar. Para quem quer um check list para o seu primeiro pitching o material vai ser útil.

Boa sorte, e vamos nos preparando para 2033. Navegar vai ser super preciso.

Imprensa Mahon

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Livros, sites e auto-ajuda para roteiristas

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